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segunda-feira, 28 de março de 2011

12.00 am



Perguntas-me "estás sozinha...?"... responde-te que sim... de momento estou...
Pedes-me para ir à minha mala... mandas-me abrir a bolsa que está lá dentro...
Abro-a... e vejo o que lá deixaste de manhã, antes de saíres de casa... sem eu dar por nada...
As bolas... vermelhas... estão lá... assim que as vejo a tesão que senti quando me pediste para ir à mala aumenta... imagino-as da última vez que as usei... o coração acelera... bate cada vez mais rápido, sem ritmo... só de pensar no prazer que tive, que tivemos no outro dia... quando as usei à tua frente... quando em movimentos lentos, espaçados enfiei uma bola dentro de mim, quando os teus olhos falavam com os meus e me pediam para enfiar a outra... quando tu deitado na cama me observavas, enquanto te acariciavas... enquanto te masturbavas para mim... e eu à tua frente me derretia em prazer... em movimentos que me roubavam a sanidade e aumentavam a indecência...
Pus-me de joelhos na cama... pernas afastadas... simulei que estavas dentro de mim... gemi... o teu prazer era o meu prazer... o nosso...
Parava por momentos... não queria já... queria prolongar o tempo, o prazer... a tesão... pediste-me para não parar...
Assim fiz... continuei... não sem antes tirar uma bola... assim podias ver melhor e não apenas imaginar o que estava dentro de mim... não resististe a prová-la... estava quente... molhada... a tua cara debaixo de mim... a tua respiração quente e ofegante... sentia-a tão perto...
Encostei-me a ti... preciso do teu calor... tu sabes... preciso de o sentir... rocei-me... sentiste-a na tua perna... sentiste como ela estava... quente e húmida...
Afastei-me... queria que me visses assim sozinha... o meu corpo estava no limite... mexi-me... para trás e para a frente... balancei-me... sentia-as dentro e fora de mim... o corpo reagia sozinho... solto... selvagem... puro...
Continuei até ao fim...
imaginando-te dentro de mim... continuei... até explodir de prazer... bem à tua frente... bem perto de ti... até sentir o meu corpo a estremecer... a arrepiar-se... num orgasmo tão meu... tão nosso... tão bom...

AMO-TE

quarta-feira, 16 de março de 2011

Fecho os olhos...


e arrepio-me só de pensar...

como é bom vir-me a roçar-me em ti...



segunda-feira, 12 de julho de 2010

Vontade...


...de te encher essas nádegas de leitinho!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Os dedos...

...virados para cima, dentro de ti...

Movem-se lentamente, tocando as paredes da tua coninha.

Exploram cada canto, cada prega húmida.

Saem para que possa lambê-los e dar-te para provares.

Entram novamente, virados para baixo.

Dobram-se, tocam a parede desse rabinho e insistem.

Esticam-se para chegar mais fundo...

Saem e lubrificam o cuzinho, com uns círculos para o relaxar.

Penetram a coninha, novamente, já virados para cima, até a palma da mão tocar nos lábios.

Dobram lá dentro, naquele gesto de quem diz "chega-te para cá".

E dobram mais ainda, para tocar "LÁ"...


Sinto as contrações do orgasmo, enquanto o corpo se arqueia e um grito de prazer sai dessa boca linda!

A noite continua... porque ainda quero tratar desse cuzinho...

...desta vez com o meu caralho!

Hummmmm QUEROOOO!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

À noite no sofá...

Os miúdos já dormiam e nós estávamos os 2 no sofá a ver televisão.

Comecei a tocar-me… e quando reparaste já estava duro, dentro dos boxers. Olhaste para mim, beijámo-nos e chegaste-te novamente para trás.

Baixei ligeiramente os boxers, puxei o caralho para fora e comecei a bater. Não resististe e encostaste-lhe a tua boca, lambendo muito ao de leve, mas eu não queria que me chupasses, queria que olhasses...

Chegaste-te novamente para trás e fixaste os olhos no TEU caralho… isso deu-me tanta tesão! Tirei completamente os boxers, que já tinha começado a despir e fiquei nu, encostado no sofá, com as pernas afastadas e a mão direita a agarrar no caralho, a bater.

Os teus olhos continuavam fixos e a tesão era enorme… continuei e disse-te que me ia vir. Disseste para não parar, que querias ver…

Hummmmm… O primeiro jacto veio até ao meu pescoço e o resto espalhou-se pela barriga!

Obviamente, aquela noite não ficou por ali…